Segundo um estudo publicado no Archives of Pediatrics; Adolescent Medicine, de autoria de Jonatan R. Ruiz, o DNA não torna o sobrepeso algo inevitável.
E isto se deve a algo prático, que pode ser efetivado por qualquer jovem: uma hora diária de exercícios.
Ou seja, manter-se fisicamente ativo é uma maneira de controlar o gene que provoca o aumento de peso. Assim, ninguém mais pode usar a predisposição genética como desculpa pra não praticar algum tipo de atividade física. E nem precisa ser algo excessivo. Basta uma atividade “moderada e vigorosa” todo dia, que a obesidade vai ser um problema do passado.
Nesse mesmo artigo
Nesse mesmo artigo, que saiu hoje na seção de saúde do US News (quem quiser ler o artigo na íntegra, é só seguir o link para o artigo em inglês), uma nutricionista acrescenta que, além de se manterem ativos, os adolescentes precisam ter também uma dieta saudável, para evitar tanto o aumento de peso quanto as doenças crônicas.
A vantagem disso é a não utilização de remédios para controlar o peso, o que evita todo tipo de efeito colateral.
Assim, galera jovem, reduza o tempo de jogos virtuais e internet em uma hora diária, pratique esportes ou atividades físicas durante esse tempo (correr, andar de bicicleta, bater uma bolinha com os amigos, etc), tome sucos naturais (aproveite pra reduzir a ingesta de refrigerantes, que além de engordar destroem seus dentes), coma frutas e verduras, e você irá evitar os tão falados quilinhos a mais.
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[...] “Gene da Obesidade” pode ser superado com exercícios (Post 1); [...]
O Dr. João Castanheira – Psicólogo CRP-SP 029969, faz considerações a respeito do retraimento do portador de obesidade em seu lar e as conseqüências disso.
“ Devido a apenas se locomoverem com dificuldades, estes, são excluídos de qualquer possibilidade de aproveitamento em seleções para o trabalho independentemente de sua capacidade intelectual para a execução deste, o que faz tais impossibilidades gerarem nos mesmos: frustração; inconformismo; ansiedade e depressão em estágios de altíssimo risco e como conseqüências, problemas psicológicos e psiquiátricos muitas vezes irreversíveis “.